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    Parque Antonio Correia Anhas - Junto ao Estadio do LFC e Cruzeiro da Independencia
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    Estadio do Lanhelas Futebol Clube
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    Cruzeiro da Independencia
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    Jardins de Sao Gregorio
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    Capela do Senhor do Calvario (Capela do Senhor da Saude)
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    Espantalhos no Dia Mundial da Criança
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    Festividades junto ao rio Minho
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    Paisagem junto a margem do Rio Minho
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    Bar e zona de lazer junto ao rio Minho
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Mensagem do Presidente
Atividades em Lanhelas


PRINCIPAL FESTIVIDADE

FESTA EM HONRA DO SR. DA SAÚDE E DE STA. RITA DE CÁSSIA
 FESTA DAS SOLHAS
(1º Fim de semana de setembro)





Perde-se no tempo a data do início da Festa de Lanhelas, em honra do Senhor da Saúde e de Santa Rita de Cássia, que acontece sempre no primeiro fim de semana de setembro. Associada a esta festividade, realizava-se no dia 15 de agosto, também nos jardins de S. Gregório outra festa mais simples, de singular cariz, em honra de S. Roque. Eram rematadas as fogaças feitas na padaria do tio João "Tolo". Este pão tinha a particularidade de ter várias formas e feitios, salientando entre elas, a figura de s. roque, colocando dois feijões no lugar dos olhos e um grande laço vermelho ao pescoço. A farianha era fornecida pela Comissão das Festas em honra do Senhor da Saúde e de santa Rita de Cássia, porque a receita conseguida revertia a seu favor. Contudo, é a partir de 1957 que há registos da forma como se constituiam as respetivas comissões das «famosas festa em honra do Senhor da Saúde e Santa Rita», da exploração de bares e respetivas normas. Dum universo de 56 nomes de homens, as comissões ficavam constituidas por, apenas, 5 homens (presidente, tesoureiro, secretário e dois vogais), que contavam com o apoiuo das esposas e com a colaboração de «gentis meninas». Os lugares ocupados para a venda de petiscos e bebidas, bugigangas, localizavam-se fora do recinto dos jardins de S. Gregório. dentro do recinto, montava-se um "Café-Bar" à sombra de um grande castanheiro, exclusivo da Comissão de Festas. Pela primeira vez, este "Café-Bar" é dado á exploração de particulares sob determinadas condições: «... o arrematante deve ter um bom sortido de bebidas, não faltando os afamados vinhos brancos, engarrafados da região; ... o arrematante deve primar em apresentar um bom e saboroso café;... o arrematante deve também ter um regular sortido de sandes variadas - doce - pastéis - chocolates, etc, etc....». Não aparecendo nenhuma menção ao consumo de solhas, chegamos ao conhecimento de que as  comissões, ou pessoas que exploravam o bar, levavam aquilo que tinham em casa e nada como a solha fresca ou seca, que era por esse tempo abundante e de uso e costume à mesa dos lanhelenses. Curiosamente, a abertura da pesca das solhas fazia-se a 15 de agosto, chamada a "libração" e todos os pescadores da freguesia íam para o rio com redes picadeiras ou solheiras. O peixe era tanto que, quando as mulheres levavam o almoço aos familiares já traziam grandes quantidades de solhas para arranjar. Os homens voltavam à pesca e, ao fim do dia, confraternizavam todos na beirada do rio, comendo solha frita ou em caldeirada e as respetivas fogaças de S. Roque. Não é, pois, estranhar ver a solha associada à festa religiosa, servindo de petisco ao visitante. De 15 de agosto em diante, secavam-se as solhas da forma tradicional, prática que chega aos nossos, embora, à época fosse usual guardar as solhas em caixas grandes no meio do milho e do feijão. «Em Lanhelas, pelo inverno dentro, à ceia em casa de pescador, comia-se quase sempre batata cozida com solha seca, regadas com azeite ou para variar com um molhinho "rojado"». Se os petiscos eram confecionados em máquinas a petróleo, a iluminação fazia-se em caçoulos de velas de cebo, a ornamentação, com os arcos usados nas marchas pelos ranchos do Esqueiro, Covelo e Couto por altura das festas dos santos populares e as bandeiras confecionavam-se com tela comprada para o efeito. Não faltava o foguetório nem a música, não fosse Lanhelas terra de fogueteiros e de Banda afamada. com o passar dos anos, as festas religiosas de todo o Alto Minho passam a ter muitos mais visitantes, uns movidos pela fé, outros pelo divertimento e lazer. A nossa festa alcançou já reconhecimento e notoriedade gastronómica, evidenciados pela crescente procura do afamado pitéu, a solha seca. Daí, hoje referirem-se à Festa do Senhor da Saúde e de santa Rita de Cássia como a Festa das Solhas. Da mesma forma, as comissões da festas aumentaram o número de elementos para poderem dar resposta a desafios maiores. Assim, todos os anos são nomeados dez casais, de gente mais nova, quando é possível, apoiados ainda por um grupo de meninas e rapazes solteiros. As logistícas melhoraram substancialmente, e é no início da década de 80, do século passado, que s efaz um equipamento de raíz, com uma cozida melhor equipada tendo sido melhorado pelas comissões seguintes. A quantidade de solhas secas para vender na festa aumenta exponencialmente a partir dos anos 80, pois, por essa altura, cada casal levava de casa cerca de 10 kg de solhas secas. Nestes últimos anos chegam a consumir-se 600 kg de solhas ou até mais. Para facilitar o trabalho árduo, que é todo o processo de tratamentos das solhas até à fase final, adota-se, a partir de 2004, a secagem de todas as solhas no mesmo local, obedecendo ao mesmo procedimento. Com trabalho, brio, abnegação e muito bairrismo, todos os lanhelenses têm levado a efeito a realização da sua festa, que é reconhecida e admirada por todos quantos a visitam.

(Agradecimentos a Álvaro José da Silva Cunha (Alvarinho) pelos documentos cedidos, a Luís Maria Vasconcelos e a Narciso José da Cunha pelas informações que amavelmente transmitiram)
Josefina Covinha 2013

SOCIEDADE MUSICAL BANDA DE LANHELAS




A Banda Musical Lanhelense fundou-se "provavelmente" a 1 de Janeiro de 1850. Certezas não há, visto que segundo alguns amantes destes agrupamentos amadores de música dão cerca de 170 anos de vida à Banda Musical Lanhelense.

     Anteriormente à Banda Musical Lanhelense existia nas aldeias vizinhas de Vilar de Mouros e Gondarém pequenos conjuntos musicais que eram constituídos por músicos destas mesmas aldeias. Acabados esses pequenos agrupamentos os músicos de Lanhelas decidiram criar um novo conjunto, cuja sede foi a aldeia de Lanhelas. Segundo se consta, este primeiro agrupamento musical onde todos se entendiam e estimavam, constituía uma verdadeira família com grande amor à nobre arte que é a música, a tal ponto que a Banda Musical Lanhelense na altura era conhecida por "ser a música dos bons amigos", e tinha por mestre o Sr. Francisco.

     A Banda Musical Lanhelense foi desde cedo um agrupamento muito unido, com muita garra (característica natural dos lanhelenses), procurando sempre o aperfeiçoamento musical e atrair elementos de valor.

     Nos finais do Séc. XIX entre 1898 e 1899 António Costa e Silva, um dos melhores músicos do distrito de Viana do Castelo, profissional, militar, exercendo então o papel de 1º bombardino na afamada banda do Batalhão de Infantaria 3 de Viana do Castelo dispôs-se a reger e a formar novos músicos para a banda, tendo assim iniciado uma fase de profunda evolução dentro desta associação cultural, com reflexo em gerações futuras. Durante os finais do Séc. XIX e inícios do Séc. XX o país mergulhara numa profunda crise político-económica e social.

     As bandas estiveram estreitamente ligadas ao partidarismo – republicanos/monárquicos - , às rixas e desentendimentos político, provocando por isso pancadarias de instrumental e chinfrineira a ver quem tinha mais pulmões e melhores punhos, felizmente a Banda Musical Lanhelense não se metia nestes desaguisados e o facto de em 1910 ser proclamada a républica em nada veio afectar a banda.

Contactos
Rua João Costa e Silva
4910 - 201 LANHELAS
Telefone: 258 727 909
Email: geral@bandalanhelense.com
Site: http://www.bandalanhelense.com


Descobrir Lanhelas



Lanhelas, terra com tradição nos fogos de artifício, ainda é uma vila calma. Plantada na margem esquerda do rio Minho, estende-se ao longo da estrada N13 num aglomerado de casas de xisto, onde se destaca pela sua beleza exterior o solar da Casa da Torre, com as suas gárgulas. Partindo da Casa da Anta, podem-se fazer passeios pedestres agradáveis. E se estiver a chover, o que vai acontecendo nesta altura do ano, leva-se um impermeável, que é para isso que eles servem.

     Seguindo para baixo e atravessando a vila de Lanhelas, chega-se à beira rio onde se pode fazer um piquenique ou simplesmente caminhar. É aconselhável não entrar em aventuras fluviais, por causa da corrente que é razoavelmente forte. Se não aprecia muito a água pode sempre subir a serra de Góis, um passeio que custa um pouco, e lá do alto a vista estende-se pelo rio e claro está, Espanha.

 

ENCONTROS DE EMBARCAÇÕES TRADICIONAIS


A Junta da Freguesia de Lanhelas, secundada pela COREMA e a Associação Barcos do Norte, promovem desde 2003 os Encontros de Embarcações Tradicionais. Um acontecimento modelo que soma temática ambiental e animação cultural, com regatas cortejos e evoluções dos barcos no rio, realização de colóquios e exposições. A gastronomia local, música e jogos tradicionais, complementaram a animação e a atmosfera convivial que marcou o intercâmbio entre espectadores e participantes nos encontros.

O CAROCHO

     O carocho é uma das embarcações mais características do rio Minho. Nela sobrevive uma arcaica e elegante tipologia apenas referenciável neste curso de água, fruto de uma evolução e de um processo de mestiçagem construtiva fortemente marcado pelas técnicas de origem nórdica. A difusão desta tecnologia atribuiu-se aos vikings e normandos, a qual viria a cruzar-se, no noroeste peninsular, com elementos de feição mediterrânica. A história deste barco alongado, de casco trincado, remete essencialmente para a actividade piscatória e o transporte de bens e pessoas.

     Em Lanhelas, povoação associada ao longo dos séculos à economia fluvial, memórias e tradições populares interligam-se inevitavelmente à história do rio. Uma historia rica de episódios de intensidade emocional e natureza muito diversa. E o carocho, relíquia do património etno-fluvial miniense, surge em tal contexto como um sólido e eficaz meio de navegação, e um singular ícone identitário a preservar. Ameaçado pelas mudanças de género de vida, a historia do carocho, nos últimos decénios, é uma história de decadência e até de iminente extinção. 

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2015-10-16

Edital da pesca profissional para o Rio mInho

2015-10-08

Seguranaa e Saude no Trabalho - Sector da Pesca

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Edital - Definicao da Cartografia do Baldio





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