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Início Arquitectura Religiosa
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Mensagem do Presidente
Religioso

O mais imponente, a Igreja Matriz, segundo Lourenço Alves, o credenciado historiógrafo da história concelhia, "é uma bela peça de arquitectura popular, primando pela proporcionalidade de volumes e pelo requinte de formas granítica, aliás bem expressas nos outros monumento religiosos da freguesia" (Caminha e seu concelho, p186). A igreja, situada nos limites do lugar da Anta e do lugar da Aldeia, em pleno centro da freguesia, data dos inícios do século XIX. Reconhecem-se, contudo, vestígios de uma estrutura dos finais do século XVII, sendo provavelmente anterior o seu núcleo primário.








Quanto a dimensão e notoriedade, vem a seguir a capela do Senhor do Calvário situada nos Jardins de São Gregório, nas abas do Monte de Góios. A designação primitiva caiu em desuso em favor de São Gregório, um dos santos aí venerados. Alguns, no entanto, atribuem-lhe o nome do Senhor da Saúde em virtude da principal festa da paróquia realizada nesse local, no começo de Setembro.








A capela de São Martinho, construída a Norte da freguesia nos limites com Gondarém, foi a ireja primitiva de Lanhelas. Reza a tradição ter servido os paroquianos de Seixas, Sopo e Vilar de Mouros. O actual edifício, debruçado sobre o Minho e a vizinha Galiza, foi restaurado em 1822, como pode ler-se numa lápide mandada afixar no interior pelos beneméritos que custearam a operação. Uma observação do edifício atenta permite descortinar uma cruz de Malta e um capitel de visigótico.










No pólo central do espaço mais urbanizado, o lugar da Aldeia, situa-se a singela capela de São Sebastião. A sua edificação costuma associar-se à promessa dos moradores na sequência de uma mortífera peste ocorrida no início do século XVII.













Erguida no alto do lugar do Couto, a capela do Senhor do Cruzeiro, está cercada de um bonito cruzeiro datado de 1603. As vistas sobre o estuário do Minho e o trajecto idílico de quem, para lá chegar, percorre o caminho da mata dos Bacelos paga bem o esforço da caminhada. Alguns, erradamente, e consoante o santo da sua preferência, dão-lhe o nome de Santo Amaro ou Senhora da Luz.








A setecentista capela da Senhora da Graça, sita, num ponto alto, na intersecção dos lugares da Anta, Escalenhas e Perafita, oferece um excelente ponto de observação para quem quiser contemplar a zona central e setentrional da freguesia. O edifício apresenta um bonito frontão. Sobre a porta pode ler-se a inscrição: "Pedro da Rocha Guerreiro, cónego prebendado da Sé de Lamego erigiu esta capela, 1724".















Junto à cerca antiga da casa da Torre e ao lado da casa Marrocos, encontra-se a capela de Santo António, seicentista capela tumular dos Sottomayores. A sua característica mais notória é a porta de arco ogival contrastando com o perfil de feição barroca dos demais edifícios religiosos locais.













No topo do Outeiro d'Antas, miradouro com uma soberba panorâmica sobre o estuário do Minho, situa-se o cruzeiro da Independância sobrelevando o corpo cilíndrico de um antigo moinho de vento. Não é propriamente um monumento religioso. É antes um memorial consagrado ao recontro vitorioso dos moradores de Lanhelas contra a força militar espanhola que atacou a freguesia em 23 de Abril de 1644.
Este é o símbolo mais forte da história e identidade lanhelenses. Assim como é o mais significativo monumento a celebrar a resitência militar das populações da raia fronteiriça por altura das Guerras da Restauração.

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